Teoria da extinção das policias militares

capaugustoDesde o fim do regime militar, grupos políticos de esquerda tentam acabar com a policia militar, apelidados por eles de “filhotes da ditadura”.

Vários projetos já foram apresentados nessa linha, alguns até absurdos e idiotas, como daquele  ex-governador que previa que após a extinção da corporação os PMs poderiam ser reaproveitados  na policia civil desde que passam por uma prova de idoneidade moral.

Esses projetos nunca foram aprovados porque sempre tivemos o apoio da sociedade, pois somos a única instituição publica em que eles realmente podem contar na hora que precisam, seja para ações de segurança ou de cunho social, atendendo 24 h por dia, nos 645 municípios, a qualquer hora, pelo fone 190 ou pelo simples aceno de mãos para uma viatura em patrulhamento.

Visando acabar com esse prestigio que a policia militar possui junto a população, começaram então a trabalhar no subconsciente popular, num processo sortido para denegrir a imagem dos policiais militares e da policia militar, desde novelas, filmes, seriados, reportagens, livros, artigos, programa de comédia, etc…todos colocando o policia militar numa situação vexatória, humilhante, com policiais mal fardados, gordos ou magros demais, subordinados a delegados, falando um português errado, corruptos, etc…

O próprio filme “Tropa de Elite”, dirigido pelo ultra esquerdista  comunista Jose Padilha , filiado ao PCdoB,  quis apresentar uma policia militar altamente corrupta, despreparada, violenta, envolvida com o crime e com treinamento violento aos policiais militares, viu porém o tiro sair pela culatra, pois seu “Capitão Nascimento’ acabou sendo alçado a categoria de herói nacional, pois não aguentam mais tantos crimes e impunidade, isso fez com que Padilha fizesse o filme Tropa de Elite 2, onde esse herói nacional fala ao final do filme que “a policia militar tem que acabar”.

Esse processo de degradação da imagem da policia militar facilitou para que os políticos rancorosos apresentassem a aprovassem primeiramente um incentivo para criação das guardas municipais com recursos do governo federal, e este mês, com o plenário da Câmara dos Deputados às moscas, aprovaram na calada da noite o projeto que já foi sancionado a toque de caixa pela Presidenta Dilma, dando poder de policia para as guardas municipais, iniciando assim o processo de municipalização e extinção das policias militares em todo Brasil.

Cabe lembrar também que o senador Lindenberg Faria do PT, ex líder da UNE,  relatou e apresentou a PEC 51, que prevê a desconstitucionalização e desmilitarização das policias militares, propondo a municipalização da policia, o que sem duvida acaba sendo o “golpe de misericórdia”  e a extinção gradual da Policia Militar, assim como já  aconteceu com ao Fepasa, Banespa e tantas outras…

Os políticos inimigos da policia militar descobriram que era difícil acabar conosco com “uma canetada”, resolveram um caminho mais fácil, deixar a PM “morrer por inanição”, criando uma nova polícia e direcionar os investimentos somente para essa, com contratações, estímulos na carreira, salários, etc…

Alguns Policiais Militares podem estar achando que essa “teoria da conspiração” é algo ilusório, distante da realidade, meus senhores e minhas senhoras Policiais Militares, por ser sido suplente de Deputado Federal nas eleições de 2002, 2006 e 2010, por ser Presidente Nacional do Partido Militar, acompanho de perto os projetos de interesse da Policia Militar e dos Policiais Militares, conversei somente esse ano com 07 Presidentes Nacionais de Partidos Políticos, posso afirmar e endossar que passamos por um período de perigo para a Corporação, é muita gente querendo nos prejudicar e quase nenhuma para nos defender, estamos e risco.

Há somente uma forma de reverter esse quadro, que é o caminho da representatividade política, no começo do ano que vem, poderemos estar sentado à mesa e decidir com os demais políticos nosso futuro ou podemos estar sentados sob a mesa aguardando as migalhas que eles resolverem nos dar.

Quem não gosta de política é comandado por quem gosta e se sujeita a vontade destes. Está na hora de mostrarmos nossa força política, já passamos pelas fases do não eleitor, do eleitor não consciente, do eleitor consciente e agora estamos entrando na fase do eleitor militante, que discute política, participa ativamente das eleições e principalmente multiplica seus votos.

Junte-se a nós nesta luta, tragamos a coragem e o empenho que temos de sobra para enfrentar a criminalidade agora para o campo político, já passou da hora de pensarmos com carinho e preocuparmos mais como nós mesmos e nossos familiares. CAPITÃO AUGUSTO 2200

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